>>ATUALIDADES
Omissão do governo estimula indústria da seca

Em audiência pública realizada na cidade de Ouricuri (PE), representantes de entidades da sociedade civil apresentaram sugestões para minimizar os efeitos da pior seca das últimas décadas no Semiárido e criticaram a inércia do governo, que não se preparou para enfrentar o problema. Já um documento preparado pela Articulação no Semi-Árido Paraibano (ASA Paraíba) sugere, entre outras medidas, a revitalização imediata de açudes e barragens e implementação de um programa, de longo prazo, de produção e plantio de mudas nativas da Mata Atlântica e da Caatinga no Semiárido

>>EDITORIAL
Seca e falência da cidadania no Sertão
Tolhidos em sua cidadania, as vítimas da estiagem tornam-se presa fácil de políticos oportunistas, que se sentem à vontade para impor um sistema de troca absolutamente desigual: favores materiais, para mitigar agora os efeitos da seca, por votos mais adiante, no período eleitoral>A CONSTRUÇÃO DO SERTÃO
A natureza não tem culpa
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| Foto: Estadão |
Os longos períodos de estiagens continuam a ser para as populações que residem no Semiárido nordestino um problema crônico, que invade os gabinetes dos gestores públicos do nosso País, que não lhes toca a consciência, nem lhes desperta a vontade política de querer encontrar soluções permanentes para o problema social deflagrado por esse fenômeno climático cíclico e previsível
“O sertão é do tamanho do mundo” (Guimarães Rosa)
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